Reflexão: Feito prisioneiro pelas próprias paixões

Quem dentre nós sob o sol, nunca se questionou o porquê invariavelmente vivemos como se estivéssemos num cabo de guerra, que em extremidades opostas então: de um lado (o nosso desejo de felicidade e paz) e noutro (os nossos apegos e paixões humanas).

Já manifestei em várias ocasiões aqui, a minha predileção pelo empirismo e racionalidade, contudo, não me apego a racionalidade extrema.

Ademais, penso que a regra de ouro para entendimento seja nunca perder de vista as questões maiores, como o autodesvendamento (quem sou?), sobretudo, se considerarmos a limitada capacidade humana de compreender a substância da qual todos derivamos: (universo, deus, natureza), — como queiramos nomear. Fato é, que tal substância (aquilo que existe por si) e que emana por si mesma, a qual, o conhecimento humano é incapaz de compreendê-la em sua totalidade, porquanto, persisto nesta busca através do autoconhecimento.

Nesta reflexão, vamos aprender com as lições do grande sábio Espinoza: “o homem precisa se libertar de seus sentimentos e sensações, para só então poder encontrar a paz e ser feliz”. Ou seja, sendo a felicidade e paz um estado de satisfação da alma humana é salutar que a seja mais percebida na medida da nossa melhor compreensão sobre a vida.

Portanto, verifiquei que na medida que assumimos as rédeas da nossa vida (com escolhas melhores) evitando que paixões e apegos nos dominem, em simultâneo, ao incorporarmos cada vez mais valores nobres a nossa consciência (amor, justiça, compaixão) tanto mais nos libertaremos dos sentimentos mesquinhos, egoístas e das breves sensações. Eis, que então, libertos e disponíveis para felicidade e paz estaremos.

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