REFLEXÃO: A SOLIDÃO NÃO É INIMIGA

Desde tempos imemoriais temos notícias de que o ato de se afastar do convívio social tem relação com a introspecção, a busca da espiritualidade: Moshe (Moisés): subiu ao monte sozinho e retornou com os Dez mandamentos; Sidarta Gautama (Buda): fugiu do conforto do palácio e meditou sob uma grande árvore para encontrar Iluminação; Yeshua Ben Yossef (Jesus): meditou por quarenta dias e quarenta noites para enfrentar o seu EU interior e escolheu Servir e dar exemplo.

Seja quais foram as motivações desses grandes homens, fato é, que todos se elevaram em relação aos seus conterrâneos e eternizaram suas existências, com legados que até hoje nos inspira, motiva para a prática do bem viver.   

Ademais, há centenas de anos, o tema solidão é bem retratado em poesias, e canções de todos os gêneros musicais. Ora com enfoque na dor e sofrimento, outras vezes como representação de algo libertador, que faz ao seu afetado vivenciar momentos plenos de contato com seu EU interior.

Na atualidade século XXI, sobretudo, em meio a pandemia (2020/2021), observamos as redes sociais e nos damos conta de que muitos de nós só lamentamo por esse nefasto compulsório afastamento do convívio social, mas isso (a solidão), pode ser encarado de outra maneira,  mais proveitosa: como uma oportunidade de crescimento pessoal.

Todos sabemos o que significa ser humano, indivíduo, isto é, temos uma consciência e agimos pela: razão, sentimentos, emoções, etc. por isso, não somos maquinas tais, que apenas executam tarefas a partir de programação pré-determinada. Fato que podemos e devemos pensar, contemplar, refletir e aprender, tirar lições de todas as situações, experiências.

A solidão não é inimiga, muito pelo contrário. Devemos ver nela oportunidades, para: conhecer a nós mesmos. Porque, é um momento ímpar (a solidão) para ficar em companhia da pessoa mais importante para nossas vidas: nós mesmos.

E como podemos fazer isso? — Indo até o nosso interior, íntimo de cada um. Através de um dialogo com nossos problemas não resolvidos, aqueles, que sempre procrastinamos para encarrar.

Por fim, todos aqueles grandes homens, e outras pessoas, que ao longo dos milênios deixaram grandes legados pela humanidade, tinham em algo comum: todos tiveram longos momentos de solidão, introspecção, e atingiram iluminação.

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