REFLEXÃO: O DESPERTAR DE SI É IMPORTANTE!

Uma certeza que temos na vida que conhecemos, é que ela é finita. Que todos um dia morreremos! Embora, muitos de nós não compreendamos o processo chamado vida, não muda que ao morrermos remanescerá as nossas experiências armazenadas, seja lá onde queiramos denominar: consciência, alma, espirito.

Por isso, só o conhecimento de si, o autoconhecimento, propicia “a descoberta do uno na diversidade”, (Joseph Campbell). E, para compreender os mistérios que envolvem a existência: o ciclo da vida, necessitamos saber sobre a nossa essência. Mas no caminho do entendimento encontraremos muitas contradições naquilo que nos foi apresentado como verdade.

Vemos, por exemplo, nas principais vertentes desses conhecimentos, as religiões ocidentais, onde em suas teologias em síntese é dito, sobre: (a vida e o castigo eterno, a hora do julgamento, um momento da salvação, etc.), mas não explicam aquilo que é substancial sobre nós: (quem somos), tornando tais ensinamentos ainda mais confusos.

Diante disso, ao que tudo indica, penso que poderemos encontrar as melhores respostas em nós mesmos, independentemente de dogmas e crenças, isto é. iniciando a busca a partir da simples análise desse princípio: somos indivíduos únicos. Fato comprovado e incontroverso, por exemplo, mesmo dentro de uma família há peculiaridades distintas: (modo de pensar, aspirações, sonhos, motivações, etc.) dentre cada um de seus membros.

Assim, contextualizando, cada indivíduo tem alma, isto é, um espirito imortal, querendo ou não. E, essa parte de nós é dotada de atributos: sutil e simultaneamente poderoso, — como energia vital para o nosso corpo físico e controlador das nossas emoções e sentimentos.

Fato esse, que nos faz seres únicos: a nossa essência é revelada na existência (vida), ou seja, sendo a pessoa que de fato somos, independente de outras influências, como:  origem genética, decorrente da intelectualidade; meio social; crenças; ou qualquer condição na qual estejamos inseridos. Portanto, é verificável os porquês de agirmos de maneira extraordinária, peculiar, frente às mais diferentes situações, e que costumamos dizer: “agi assim seguindo meu coração”.

Conhecer a si mesmo é fundamental para compreender o elementar numa existência: o propósito, o motivo, pelo qual se vive agora e neste plano terrestre. Pode ser reconfortante ter consciência disso, melhor ainda é para compreender a complexidade da vida, pois, basta imaginar o quanto a sua essência já vivenciou em outras oportunidades, e continua experimentando.

Portanto, a dor não deve ser rejeitada, assim como, os momentos de felicidade devem ser plenamente vividos, sempre no aqui e agora.

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